De acordo com o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, se nenhuma medida for tomada emergencialmente, mais de 20 milhões de pessoas poderão morrer de fome nos próximos seis meses, em países como Somália, Iêmen, Sudão do Sul e no nordeste da Nigéria.

Segundo o IBGE, no Brasil, mais de 14 milhões de pessoas saíram da situação de insegurança alimentar nos últimos anos. O ápice da redução foi em 2012, quando um demonstrativo da ONU apontou que o país conseguiu diminuir pela metade o número de pessoas passando fome. No entanto, cerca de 7 milhões ainda sofrem com esse problema.

Com os avanços tecnológicos voltados à agricultura, ao armazenamento e ao transporte, a produção de alimentos aumentou muito nas últimas cinco décadas e, todos os anos, novos recordes de produtividade e produção são alcançados. Ou seja, teoricamente, deveria haver comida suficiente para alimentar toda a humanidade.

Mas, os dados são alarmantes e, ao contrário disso, só no Brasil, mais de 40 mil toneladas de alimentos são desperdiçados por dia. Desse montante, a taxa de desperdício nos domicílios e na colheita é de 10%, enquanto no transporte e no armazenamento o número sobe para 30%.

Porém, o maior índice vem do varejo e do comércio – chegando à 50%. Essa taxa de desperdício custa ao país quase R$ 15 bilhões – mais de 1% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Serviço Social do Comércio (Sesc).

Foodservice: transformando desperdício em lucro

Justamente por compor o índice mais elevado desse panorama, o setor de alimentação fora do lar vive uma constante busca de soluções que transformem o desperdício em lucro. Trabalhar a responsabilidade social e buscar implantar métodos sustentáveis têm sido um dos desafios dos empreendedores.

Em restaurantes, bares e lanchonetes a comida que sobra no prato, geralmente, tem o lixo como destino. Com isso, os gastos com energia, água e outros produtos acabam influenciando negativamente nas contas do fim do mês e, por mais experiente e bem preparado que o gestor seja, chega um momento em que se faz necessário contratar uma consultoria para dar um direcionamento mais eficaz.

Um diagnóstico preciso que aponte os pontos críticos da empresa, sugira melhorias e auxilie na implantação de novas técnicas é primordial para alcançar a excelência nos resultados.

No mercado existem as mais diversas ferramentas para auxiliar no gerenciamento de empresas do ramo do foodservice. Softwares modernos e robustos que permitem controlar desde as compras até o pagamento dos funcionários.

A falta de planejamento dos centros de produção e venda alimentar e o uso indevido dos recursos são fatores determinantes que colaboram tanto para o desperdício dos alimentos, quanto para o prejuízo. Investir em soluções que permitam a padronização das receitas e o controle de estoque, por exemplo, é uma boa alternativa que vai além da cozinha.

A software house Teknisa, que tem sede em Minas Gerais e filiais em outras 15 capitais e atua nos níveis estratégicos, táticos e/ou operacionais comercializando soluções específicas para diferentes segmentos – como o de indústrias alimentícias, químicas e farmacêuticas, atendendo todos os canais ligados ao mercado de foodservice.

Além dos seus produtos, a Teknisa também atua com uma divisão de serviços. Entre eles, o projeto de Redução de Custos, que garante até 5% de redução no custo de matéria-prima. Buscar apoio em consultorias pode garantir que os vícios na rotina do gerenciamento sejam evitados e, assim, bons índices de crescimento sejam alcançados.

Website: https://www.teknisa.com

Fonte: Exame